quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Teatro
Era uma noite fria e amedrontadora. No céu não havia sinal de estrelas por causa da existência da fumaça emitida pelas fábricas da cidade. Todos estavam acolhidos em suas respectivas casas. Uma forte chuva havia passado ali e portanto as pessoas não se encontravam na rua. Porém, já passada das dez horas da noite, indivíduos começaram a sair de suas moradias. Vestiam roupas caras e elegantes; homens de fraque e mulheres de vestido longo. Iam em direção à uma estrutura monumental localizada no centro da cidade. O Teatro Municipal era a principal atração daquele lugar. Era uma construção antiga, cheia de gárgulas e vigas romanas. Logo na entrada as pessoas se defrontavam com uma escadaria imensa. No início de cada ponta da longa subida uma escultura de águia negra era vista. As luzes dominavam o ambiente, um show de iluminação que só o Teatro possuía. Entretanto, toda a beleza e plenitude daquele espaço não vinha apenas de eletricidade e engrenagens. Havia algo especial, diferente e mágico ali.[...]
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário