sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Natal .

"Eu estou pensando em você hoje porque é Natal, e eu lhe desejo felicidade. E amanhã, porque será o dia seguinte ao Natal, eu ainda lhe desejarei felicidade. Eu posso não ser capaz de lhe falar sobre isto diariamente, porque eu posso estar ausente, ou nós podemos estar muito ocupados. Mas isso não faz diferença, pois meus pensamentos e meus desejos estarão com você da mesma forma. Qualquer alegria ou sucesso que você tenha, me fará feliz. Me iluminará por todo ano. Eu desejo a você o Espírito do Natal." 
Van Dike.

Ah! o Natal. Que época maravilhosa, não? 


Resolvi escrever sobre esse tema não apenas por modinha, mas para realmente mostrar o que significa para mim o dia 25 de Dezembro. Para determinadas pessoas, pode ser somente uma forma de garantir uma renovação no armário, conseguir aquele aeromóvel de última tecnologia ou simplesmente para comer aquele peru que só a avó ou mãe sabem fazer. Contudo, as vezes nos esquecemos que o verdadeiro motivo é o nascimento de Jesus Cristo. Celebrem essa data com as suas famílias e, se não for possível, celebrem com aqueles que estão a sua volta. Dê muitas risadas, desguste as comidas maravilhosas que são feitas nessa data, converse com aqueles que não via a tempos, ame mais aqueles que sempre amou e comece a amar aqueles que ainda não puderam se sentir amados por alguém. Seja caridoso. Seja paciente. Seja amoroso. Seja honesto. Seja solidário. Seja alegre. Seja espelho de Deus para todos que estão a sua volta. E, mesmo que as coisas não estejam correndo muito bem, lembrem-se: 


Sabemos que somos de Deus, e que o mundo todo jaz sob o Maligno. Sabemos que o filho de Deus veio e nos deu entendimento para conhecermos o Verdadeiro. ( I João 5, 19-20) 


Portanto, não temam. Jesus Cristo veio e nos mostrou quem és o Verdadeiro, quem és Deus, por meio de seus ensinamentos, exemplos e parábolas. E Jesus é capaz de nos mostrar também que não importa se o mundo está acabando, se tudo está andando de cabeça para baixo em nossas vidas, Ele sempre estará ao nosso lado. Celebrem a vinda do nosso Salvador, meus queridos.


Feliz Natal para todos vocês.


Gustavo Kwasniewski Martins

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

LONDON .

   Londres. Sinceramente, a cidade faz jus ao que dizem: lá é o primeiro mundo. Tudo de última geração e do mais moderno; aquele que não possuir um Ipod nas mãos, acredite, trata-se de um turista. Ruas limpas, sem lixos entulhados nos mio-fios, e pessoas muito bem vestidas. Contudo, nenhuma simpática. Foi difícil encontrar alguém que olhasse nos meus olhos e mostrasse um sorriso. São muito concentrados no que fazem e, no máximo, falam um "sorry" caso esbarremos nelas. Nos dias que peguei trem e metrô ao lado do meu amigo e também blogueiro Daniel Polsin, só fui capaz de escutar a nossa voz, a nossa conversa. O restante presente no vagão lia, escutava música, jogava algum videogame portátil. E por mais que os encarasse, eles nem sequer levantavam a cabeça para nós. Realmente fiquei tomado por um certo receio, pensando: como eles não sorriem? Será que eles não sabem? Perderam a essência?
   Entretanto, consegui descartar essa experiência não muito bacana, pois tive outra que me deu mais ânimo para defender aquilo que considero essencial na vida de qualquer pessoa: o ato de sorrir. Sentado em um vagão indo em direção à estação de Waterloo, Londres, após um tempo de reflexão e oração, pensei: Crianças. Criança é igual em qualquer lugar do mundo. Não é possível que elas sejam frias como os pais. Não, elas são alegres! Então, parti para essa aventura de buscar o sorriso naqueles "projetos de gente". E não é que consegui? Tudo bem, de início foi complicado, porque sempre existe aquela vergonha inicial que toda criança nutre por um indivíduo desconhecido, ainda mais quando ele aparece sorrindo sem ter motivo algum para tal. Com uma brincadeira simples de aparece/esconde consegui meu primeiro sorriso vindo de uma criança. Que fascinante! Sabe, o sorriso infantil é diferente, ele é inocente; é um sorriso onde não há preocupação com o amanhã ou com quem está vendo. A criança apenas sorri, com uma verdade nata e única.
   Com tal aprendizado, descobri qual era o verdadeiro problema dos cidadãos londrinos. A meu ver, diante de tantas preocupações, trabalhos, tecnologias e informações, os londrinos esqueceram de ser crianças. Não que precisem ter atitudes infantis, mas que em determinados momentos pensem como tal, aproveitem com toda a intensidade; deixem todo o profissionalismo e orgulho de lado e sorriam. Aliás, esse problema não há somente em Londres. Ele persiste em todo lugar, em toda cidade, seja ela desenvolvida ou não, grande ou pequena, numerosa ou um simples vilarejo. Portanto, pergunto-lhe, nobre vivente: você já sorriu verdadeiramente hoje? Não quero saber se o seu dia foi horrível, se o seu namorado(a) te deu um "pé na bunda", se você não foi aprovado no concurso desejado; pois nenhum desses costurou sua boca. Um sorriso pode mudar um momento, um dia, uma vida.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Sonho, sonho meu. Sonho teu.

  Estava aqui, nessa noite de calor insuportável, e vi em um blog que havia um pedido para eu escrever 5 sonhos meus. Bem, de início o pedido veio da Tatá e ela quase que me obrigou a fazer isso (brincadeirinha, gente). Mas o que seria um sonho? Seria um simples desejo, uma vontade que guardamos no nosso mais íntimo e não divulgamos a ninguém? Ou talvez algo que gritemos ao mundo inteiro para que todos saibam que nós queremos aquilo? Então, aproveito a oportunidade que me foi concedida e pergunto a todos que estão lendo esse post meu: quais são os seus 5 sonhos? Será pular de bungge jump? Casar com um príncipe encantado ou uma princesa sensacional? Voar mundo à fora, chegar no espaço sideral? Cantar em uma ópera, tocar em um concerto? Construir uma família gigantesca e repleta de amor e carinho? Partir quantos corações forem possíveis ou conseguir juntar pedaços daqueles que já foram quebrados? Construir novas amizades? Buscar novos horizontes? Beber até não aguentar mais; chegar ao ponto de ligar para relacionamentos antigos; fazer amizade até mesmo com o garçom? Chamar aquele(a) gatinho(a) para aquele cineminha básico? Beijar o máximo de bocas possíveis? Aprontar de tudo com seus melhores amigos e algum dia, quem sabe, poder contar para seus netos todas as suas aventuras? Erguer uma casa à beira-mar? Surfar a onda dos sonhos? Não sei. O sonho é seu.


Ah, os meus são:
-Construir uma família.
-Escrever um livro.
-Ter uma vida profissional que me faça feliz.
-Abrir uma floricultura quando me aposentar.
-Sonhar cada vez mais.

"É importante sonhar, mas o fundamental é tornar o sonho realidade."

domingo, 14 de novembro de 2010

Amizade.

  " Quando você mantém um sentimento de compaixão, bondade e amor, algo abre automaticamente sua porta interna. Com isso, você pode se comunicar mais facilmente com as outras pessoas. E esse sentimento de calor cria uma espécie de abertura. Você descobre que todos os seres humanos são exatamente iguais a você e se torna capaz de se relacionar mais facilmente com eles. Isso lhe confere um espírito de amizade. Então, há menos necessidade de esconder as coisas e, consequentemente, sentimentos de medo, dúvida e insegurança se dispersam automaticamente. "

Texto retirado do  livro A Arte da Felicidade, escrito pela  Sua Santidade, o Dalai Lama e Howard C. Cutler.

domingo, 7 de novembro de 2010

Namoro

  Alguns dias atrás me confrontei com uma pergunta que para certas pessoas poderia ser respondida logo com uma única palavra. Perguntaram-me o que era o namoro para mim. Tal questionamento ficou batucando na minha cabeça e eu não conseguia ficar sem pensar nele. Portanto, resolvi escrever a minha resposta aqui. Contudo, não considero esta resposta sendo somente minha, mas de todos que lerem esse texto. Quando terminarem de lê-lo, entenderam o que estou querendo dizer. 
  Então, antes de mais nada, faço a pergunta: "o que é o namoro para você?" Bem, para muitos pode ser apenas mudar o status do Orkut de 'solteiro' para 'namorando'. Ou até mesmo publicar no Twitter que você começou a namorar naquele exato momento. Pode ser um namoro em que prevaleça 'mãos bobas', que de bobas só possuem mesmo é o adjetivo. Às vezes, trata-se apenas de um namoro rapidinho, sabe? Só para você não ficar sozinho(a); só para você curtir aquele beijo que você acha sensacional. Em algumas ocasiões, ocorre apenas para você ganhar reputação no seu colégio, cursinho, faculdade. Pode ser um namoro de aliança, com planos para um futuro noivado e talvez, quem sabe, um casamento. Ou pode ser um 'namoro cristão'. E o que seria esse tal de 'namoro cristão'? Bem, pelo pouco que sei, nele não há sexo. Santo D'us. A que ponto chegamos? Foi preciso a criação de um termo para designar um namoro no qual não há contato sexual entre os namorados? E desde quando o simples ato de estar namorando implica em sexo? Ridículo. Simplesmente ridículo. Conheço muitas pessoas que namoram, não são cristãs, e mesmo assim não fazem sexo. Você chegaria para um casal de namorados judeus e falaria: 'nossa, vocês formam um belo casal de namorados cristãos'? Bem, se você tem sã consciência, você não o faria.
  Percebi, nesse tempo que fiquei pensando no que responder, que para a maioria das pessoas o namoro somente existe perante o contato físico. Se não existir beijo, e não digo um simples selinho, não existe namoro. Para mim o namoro é mais que dois lábios se tocando, ou línguas. Tudo bem, beijar é MUITO gostoso, eu sei. Mas não é a base de um relacionamento. Você que namora, já pensou em, ao invés de cumprimentar com um beijo na boca, cumprimentar com um beijo na testa ou na cabeça? Segure a mão de quem ama com respeito. Com carinho. E se você só deseja o contato físico, digo que seja melhor nem arriscar a começar um namoro. 
   Enfim, não disse minha resposta ainda. Então, resumo a minha resposta em apenas quatro palavras: CONFIANÇA, AMOR, CRESCIMENTO INTELECTUAL/ESPIRITUAL E FÉ.   

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Se isso for amor,
Ah! traga-me mil doses, garçom.
Pois é hoje que fico bêbado,
bêbado de paixão.










terça-feira, 12 de outubro de 2010

Magia, tudo é alegria.

  E é ela é desse jeito: magnífica. Simples assim. Com seu sorriso, ela é capaz de criar uma alegria extraordinária em qualquer indivíduo. Com seu abraço, ela constrói a mais bela e resistente fortaleza. Com o seu sensível toque, acalma até mesmo o mais feroz leão. Com seu beijo, faz surgir o mais doce dos doces. Com a sua plena companhia, tudo vira magia e o triste vira alegria. Tenho que admitir que faz pouco tempo que a conheço, mas ela chegou e acabou por destruir todas as barreiras. E mesmo que você venha me dizer que isso tudo não se trata de uma ilusão, eu terei que discordar da sua palavra. Em minha vida, não há espaço para ilusões, apenas para a fé. Sei que é ao lado que desejo estar e para tal proeza sou capaz de tudo. Se eu só poder vê-la uma vez por semana, aceitarei de braços abertos. O que me importa não é a quantidade, e sim a qualidade. E, acreditem, ao lado dela o que não falta é qualidade. O jeito dela de ficar brava, triste, meiga, doceira, sorridente me encanta. E é isso que desejo viver: um romance sem fim.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Vida Esparrada .

  E eu gosto é disso: beijo em uma noite, noutra pulo para uma nova. Aliás, figurinha repetida não completa álbum algum. Digo aqui meu cronograma, então.
  Logo cedo já vou me arrumando; banho bacana, barba feita, perfume exalando, sorriso maroto, malandragem pura. Fico pronto e espero. Espero o restante se arrumar. Enfim, todos muito elegantes, partimos para a noite. Carro com som elevado, mas é claro que todos reparam em nós. Passamos devagarinho pelos barzinhos, analisando qual está com uma quantidade de mulheres maior, sem se esquecer de analisar a qualidade também. Então, localizamos o point do bote. No recinto, já chegamos cheios da marra, mostrando para que estávamos lá. Para variar, os homens já começam a encarar e a ficar com inveja, pois, naquele momento, somos as atenções das mulheres.
  Encontramos uma mesa vaga e com uma visão ampla do bar e, rapidamente, pedimos aquela gelada. A busca tem seu início. Quem será a mulher da vez para mim? Algumas vezes, é difícil encontrar, contudo, naquela noite foi fácil. Começo a trocar olhares, em meio a risadas e goles de cerveja. Fico pensando o que fazer, em como irei roubar aquela jovem dama para mim por uma noite. Opa, opa...
 
  Entretanto, cansei. Nenhum beijo mais é capaz de saciar a minha vontade de beijar; nenhum sorriso me encanta; nenhum abraço me serve de abrigo. Até que encontrei você.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Esqueci.

Vem, bela fada.
vem, que eu te mostro
como se faz para amar
e chegar até além mar.

Com esse sorriso,
mais branco que marfim,
até mesmo um querubim
é capaz de se encantar.

Por um simples beijo
eu cumpro até o seu maior desejo.
Construo um novo muro de Berlim,
apenas para te ter só para mim. 

Mas, anjo encantador,
não pense que sou mero amador.
Aprendi a amar,
porém, sei também magoar.

Afinal, só agora percebi
que teu nome esqueci.
Sinto muito, desconhecida.

sábado, 21 de agosto de 2010

Ei, você...

Vá...












Vá...


Vá...





Faça uma...






Seja um pouco mais...





Compre um...



Plante uma...




Seja um pouco mais...




Faça...





Escreva...


É, ... 



Roube um...




Siga os caminhos de...




Dê muitas...


Aproveite a sua...





Não esqueça seus...



Faça um belo...





Guarde...





Enfim, vá...




Curta cada momento como se o último fosse.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Pobre África Pobre.

Peço-te um pedaço de pão,
Seja ele sujo ou não.
Minha barriga não agüenta essa dor.
Salve-me da solidão
Nesse imenso calor.

Aqui, nesse solo árido,
onde me viram nascer e viver
pouco pode ser plantado
pois seca aqui existe
e cedo não vai partir.

Os nobres do norte
negam a minha existência.
Mas meu povo tem a essência
de que, para nós, pobres e humildes
não nos resta apenas a morte.

Meus elefantes eles caçaram
e o branco de seu belo marfim
acabou por ter um rápido fim.
Ouro e diamante nunca faltaram,
mas foram os capitalistas que os administram.

Saudades eu sinto,
do tempo passado,
que não volta mais.
Meu povo alegre e feliz
aproveitava toda a beleza
que para eles um dia eu fiz.

Contudo, fique calado.
Os povos do norte não podem saber
que vocês ficaram sabendo
que aqui a miséria pode se ver.



terça-feira, 10 de agosto de 2010

Fernanda. (Rio de Janeiro)



Manhã de sábado. Kauã acordava para mergulhar em mais uma de suas longas ressacas. Na noite anterior, havia se afogado em barris de chopp e garrafas de whisky devido à sua namorada que largou-o sem dar muitas explicações. Segundo ela, outro rapaz havia surgido, o qual possuía incrível capacidade para escrever textos e poemas, todos endereçados à ela, óbvio. Entretanto, não se pode pensar que Kauã era apaixonado de todo o seu coração por ela; que, na sua ausência, ele não conseguiria existir. A jovem moça, carioca da gema, era bonita, preciso admitir. Mas não era única. Além do mais, Kauã já estava acostumado a perder e a conquistar mulheres, mesmo que fosse por um tempo reduzido. Fernanda era o nome daquela que havia deixado-o de lado para se acabar nos braços de outro rapaz. Mulher bonita, dos seus 23 anos, acostumada a arrasar corações e sentimentos, Fernanda estudava Psicologia na UFRJ. Conheceu Kauã em uma festa provida pela república a qual este pertencia. Começaram a dançar e a conversar. Logo, risadas surgiram e carícias apareceram, mesmo sendo discretas ainda. Kauã começou a ficar assanhado e com vontade de possuir aquela bela morena em seus braços e beijar aqueles lábios carnudos os quais estavam revestidos por uma camada de batom vermelho. Sem conseguir se controlar, foi em direção à ela e arrancou-lhe um beijo profundo. Foi uma amasso daqueles, com direito à "mãos bobas" e mordidinhas na orelha. Os convidados que por eles passavam nem suspeitavam que fosse a primeira vez em que os dois beijavam-se. Parecia, realmente, um amor antigo, algo surreal. Fim de festa, ambos trocam números de celulares e prometem se encontrar em uma futuro muito próximo. Kauã deixa Fernanda na porta de seu carro, um Ford Ka 2009, dá um beijinho, fala a comum frase, Durma bem, viu? Sonhe com os anjos. Após a rápida despedida, Fernanda entra em seu carro e vai embora.Kauã acompanha, com seus olhos castanhos, o trajeto daquele automóvel azul-claro no meio da noite fria e escura e pensa se algum dia irá reencontrar aquela moça dos lábios vermelhos.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O tal Projeto.

   E é chegada a hora. Malas prontas, mente preparada, mãos prontas para digitar. O Projeto, o qual não irei revelar a essência aqui, apareceu em meus pensamentos faz poucos dias. Mágico.Sente esse seu traseiro gordo, magro, quadrado ou até mesmo triangular, nessa cadeira e prepare-se para uma viagem a um mundo onde somente o romance prevalece. Entretanto, para a felicidade ou infelicidade de muitos, só irei divulgar quando terminá-lo. Isso foi apenas para dar uma vontade, uma água na boca.


Aguardem.

domingo, 4 de julho de 2010

Sorriso.

  Opa! como vocês estão? Bem, não será o Kelvin o escritor desta noite. Resolvi dispensá-lo. Hoje não usarei máscaras ou codinomes; serei apenas eu mesmo. Cansei dessa falsidade que tanto incentivei. 
   Venho aqui falar sobre os meus textos. Acho que já perceberam que a maioria é dotada de um certo tom de romance e paixão, sejam eles felizes ou tristes. A minha inspiração são os fatos que a minha vida e a dos meus amigos me proporcionam. Faço questão de criar o ambiente perfeito para a ocorrência de um amor sem comparações e restrições. Que ele não tenha uma medida; que não se torne uma ciência exata. Sabe, nesses últimos meses tive um imenso contato com relações de amor( não pensem que 'passei o rodo') e aprendi muito. Conclui que o fato mais lindo nessas relações é o simples sorriso. Olhar para a pessoa a qual você ama de forma descomunal e ver que ela está feliz em estar ao seu lado é... Mágico
  Sei que não sou dotado de uma capacidade de escrever, mas tento expressar aquilo que vejo e sinto. Esse texto (que está mais para um testículo) por mais que seja curto, é especial para mim.  Portanto, sorria. E se você, leitor, não tiver uma paixão ainda, sorria para o mundo, pois o poder do sorriso é gigantesco. Só de você poder fazer alguém que estava triste sorrir, mesmo sendo um sorriso de canto de boca, já mudará o dia dela. Então, vá sorrir e esqueça essa tal de Internet.
                                                                                                                              
                                                                                                                                     Gustavo K.

Disparidade de paixão.

E digo...

...Que o teu sorriso me encanta
como as dunas do Maranhão,
mas de que isso adianta
se tu não queres meu coração?

...Que por teu olhar me arrisquei e naveguei,
mas me perdi de um jeito que nem sei,
pois tamanha é a beleza
desses olhos de burguesa.

...Que cheguei até a chorar de saudade
daquele beijo molhado
o qual me deu a liberdade
de um dia ter te amado.

Contudo, agora você perdeu,
destruiu seu apogeu.
Procure num novo lado
outro tolo apaixonado.

Gustavo K.


domingo, 27 de junho de 2010

Diga-me, então.

Abro aqui um parenteses
para falar dos meses
que moldei um jeito
para te roubar um beijo.

Mas você não sabe como é
se apaixonar por uma mulher
e por ela realizar
todos os fatos além-mar.

Você é a sereia que encanta
a mais de mil capitães.
Mas de que adianta,
se só arrasa corações?

Diga você, então
como faço para explicar
ao meu pobre coração
que ele não pode mais te amar?

domingo, 20 de junho de 2010

Testamento.

   Veneza, 3 de junho de 2010.

    Bem, sei que não era dessa maneira que vocês gostariam de receber notícias de mim. Como já devem saber, não estou mais entre aqueles que habitam o planeta Terra. Fui para um lugar que, no exato momento, não sei descrever onde é. Mas meu destino não vem ao caso agora. Quero, em primeiro lugar, agradecer por tudo que me foi proporcionado; meus estudos, minhas viagens na juventude, minha formatura, meus presentes, minha vida. Não sou possuidor de muitos bens, mas pretendo distribuí-los entre os que eu considerava essenciais. Testamento é uma palavra muito forte, muito triste. Sabe, eu não quero ninguém triste com a minha partida, além do mais, eu não parti; sempre estarei em seus pensamentos. Vou protege-los custe o que custar. Bem, vamos ao que interessa.

1º. Minha bicicleta deixou para o Kelvin, que sempre me acompanhou em corridas, pois se não fosse a sua intervenção nunca teria descoberto o quanto é maravilhoso o mundo do ciclismo.

2º. Meus sonhos e desejos entrego a meu pequeno sobrinho Juan. Entretanto, não esqueça os seus, rapaz. (É que preciso de alguém para completar os buracos que deixei em branco).

3º. Meu sorriso deixo para meus lugares de trabalho, os hospitais. E não se esqueçam de levar meus órgãos juntos.

4º. A minha alegria peço que a distribuam entre aqueles que possuem ausência dela.

5º. Para meus queridos e amados pais, deixo o meu respeito e admiração.

6º. Para os verdadeiros amigos, deixo os segredos e as malandragens que vivenciamos.

7º. E por último, mas não menos importante, a minha bela Isadora. Deixo para ti, princesa, o meu amor inesgotável que nutri por você.

                                                                                                                                       F.K.M.

sábado, 19 de junho de 2010

Ilusão caústica.

   Os motivos antes existentes agora se desmancham. Vão embora, de maneira avaçaladora e rápida. Em alguns momentos, esbarram em algo restante daquela antiga ilusão. Estagnam-se, mas logo seguem o caminho com uma pressa incessante. Eles querem desaparecer, sumir, se esconder da realidade algo conhecida. Antes a ilusão abastecia esses motivos com esperança e vontade, porém agora ela apenas devora forazmente os sentimentos construídos.
                                                                                                                                Kelvin K.

Nobre Covardia (!)

Fácil é sentir
o que eu sinto por você.
Difícil é te contar
que não vivo sem você.

Mas pobre do meu coração,
que desse amor usou de alimento,
pois não passou de simples ilusão
e voou como folha livre ao vento.

A coragem apareceu
mas a chance de nada valeu
pois você... como posso falar?
Ah! é, não soube me amar.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Amor .

Amor amigo,
máximo afinco.

Amor ladrão,
cela da paixão.

Amor mentira,
provoca a ira.

Amor perdão,
arruma o coração.

Amor fraterno,
certamente é eterno.

Amor...

Amor...

Amor? 

Simples amor.

sábado, 22 de maio de 2010

Canário Dourado .

   Era mais um dia de céu acizentado, tomado por um frio confortável e de um silêncio profundo. Deitado na cobertura do sexto andar de um desses prédios erguidos no Plano Piloto na cidade de Brasília, eu me pegava, mais uma vez, pensando nela. O seu sorriso me vinha à mente em todo instante e, para de costume, eu sonhava acordado. Aquele brilho tão angelical vindo de seus olhos criava em mim uma vontade de desejo, de ter aquele par de pérolas negras sempre ao meu lado. Mas não bastava apenas elogiá-la, era preciso amá-la de uma forma estupenda, uma maneira que eu achava que meu amor não daria conta.
   Eu pensei também no que a minha vida tinha sido e no que ela poderia vir a ser se com a linda menina dos meus sonhos eu ficasse. Tudo passava como um flash na minha cabeça, sendo interrompido, às vezes, pela visão do rosto dela. Nossa. Era mágico. Como posso eu, um simples jovem, descrever o que era aquilo? Meu coração bombeava sangue para os extremos do meu corpo com uma velocidade alta e descontrolada. O ar atmosférico entrava em meus pulmões de forma frenética, dando à mim um aspecto ofegante. minhas pernas mal conseguiam sustentar o peso do meu corpo sem que apresentassem um sinal de tremedeira. E tudo isso por causa de uma menina que talvez de saiba o quanto gosto dela.
   Acordo. Abro meus olhos e percebo que havia mergulhado apenas em mais um sonho. Entretanto, apesar dessas ilusões serem maravilhosas, eu não me contentava. Eu queria algo mais; queria ela em meus braços, não apenas na minha mente. Mas, não! Eu não posso, digo, não permito. Ela está muito acima do meu alcance e, além o mais, ela merece alguém melhor. Canso-me. O meu coração quer o bem dela e não ela. Se comigo tiver que ser, para que assim ela consiga ser feliz, melhor para mim, senão, ótimo também.
   Perco-me. A dúvida me domina e causa uma confusão enorme em meus pensamentos. As palavras são escritas e se apresentam sem sentido, sem ordem. Porém, voltando ao prédio brasiliense, o céu começa a se abrir aos poucos, como um sorriso discreto, liberando raios solares que a muito não tocavam a minha pele pálida. Começava a arder em mim um calor fumegante que atingia a minha pele, meu rosto, meu coração. meus olhos piscavam em intervalos miúdos, como um ato para se acostumar com a claridade, que agora não encontrava mais empecilho nas nuvens.
   Levanto-me. Aproximo-me da beirada do pequeno edifício e olho para o solo distante. Buscava o entendimento daquela situação anormal e fora do meu cotidiano. Um pouco adiante da construção de concreto,  em um pinheiro, vejo um um casal de canários. Mas como era doce aquele amor que demonstravam. Voavam, pousavam, piavam e logo retornavam ao voo gracioso. brincavam. Amavam. Admito que em certo instante pensei em me juntar a eles naquele liberdade total. Ser um indivíduo livre, sem compromissos, se dedicando apenas a amar a sua parceira. 
   Afasto-me. de forma desesperadora corro em busca do parapeito oposto. Seria medo? Talvez sim, talvez não. A verdade é que nunca saberei o que foi aquilo. A felicidade existente no casal voador parecia estar distante do meu alcance, como algo que eu nunca poderia chegar a possuir. aos poucos me acostumo e me acalmo. Sento ali mesmo, no lado contrário ao amor.Procuro algo no alto, alguma ave, mas minha busca termina sem resultados. Então, olho para baixo, e deparo-me com um ninho de canários. Lá havia três filhotes e uma mãe. Pelo que consegui observar, aquele momento se tratava do primeiro voo daqueles pequenos indivíduos. A coragem e a autoestima eram os sentimentos que não poderiam faltar naquele exato momento.
   O primeiro da fila indiana improvisada aparentava um certo nervosismo. Contudo, a sua mãe, aquela que o aqueceu antes de chocar, que buscou alimento para que ficassem fortes, estava ao seu lado acalmando-o. Ergui minhas mãos ao rosto, tampando de forma a deixar uma fresta para os meus olhos. Saltou em direção ao nada o pequenino ser. Aqueles  inúmeros dias de brincadeira trocados por longos e cansativos treinos enfim seria postos em prática. Ele conseguiu. Alcançou até mesmo a mais alta nuvem após anos de experiência. 
  Parei. De repente, tudo havia se tornado claro. Se eu quisesse voar, eu deveria ter coragem e me arriscar, senão teria que ficar subindo todas vez em prédios altos para me sentir livre. Corri para o lado do casal sem pensar no que estava deixando para trás. Saltei com meus braços para que, assim, toda a liberdade batesse em meu corpo e pensei: 'não tem mais volta'.

                                                                                                 Escrito por Gustavo K.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

"Eu irei..."

Lá se encontrava a minha carcaça deformada, destruída, esmagada pelo poderio do amor. Estava preso àquela situação, sem poussir a capacidade de tomar qualquer providência ou ato de defesa. Eu permitia que ela a dor me dominasse. A força arrasadora que me atacava, perfurava a minha mente de uma forma quase que absurda. Minha vontade era, ao mesmo tempo, a de fugir e de me estagnar ali. Só a ilusão de que talvez eu estivesse amando já causava um arrepio na espinha. Poderia até não ser algo positivo, mas a sensação era única e exclusiva. O que sentia era algo inexplicável; um medo corajoso, uma briga amigável, um sofrimento carinhoso. Eu amava aquele ser acima de tudo. Ela era linda, graciosa; uma mulher que eu até cogitava como futura esposa. Entretanto, para o arrependimento deste que vos escreve, não era algo recíproco. Ela possui em seu coração outro nome, outra pessoa. Um outro que nem fazia parte do meu conhecimento, que eu nem sabia se era capacitado para amá-la da mesma forma que poderia faze-lo. Apesar disso, eu ainda penso nela, e para sempre irei amar a maneira como ela me ilude e me faz sonhar com as coisas boas dessa vida.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Morena .

Morena glamurosa,
tão esplêndida, tão fabulosa.
Tantos homens encantados
e por ela apaixonados.

Morena sereia
que surge na areia
lá na praia de Ipanema.
Mas que garota mais serena.

Morena sorridente
que domina a mente.
Moça tão independente,
algo totalmente diferente.

Morena do Arpoador
de gigante beleza
maior que o Cristo Redentor,
só pode ser da realeza.

Morena especial,
de um carinho colossal.
Perfeição descomunal,
algo certamente surreal.


(Kelvin K.)

domingo, 25 de abril de 2010

Acontece, não?

É tudo tão diferente, estranho.

Aqui sentado em minha velha cadeira de couro me pego imaginado como seriam as coisas se elas não fossem do jeito que são. O vazio domina os meus textos e, em principal, a minha imaginação. Dizem até que a minha vontade de escrever desapareceu. Uns comentam que a minha criatividade morreu. Mas digo que não. Não morri, não desapareci nem esvaziei. Estou aqui, mais uma vez para tentar escrever algo que consiga causar algum efeito nas pessoas, mesmo que seja quase invisível.

Se analisada por determinado ângulo, a ILUSÃO até que é boa. Ela tem a capacidade de criar um sentimento muito forte e mágico: a esperança. Dessa forma, podemos associar ambos os sentimentos e um só. Todos sabemos que por mais improvável que o acontecimento seja, nós continuamos a acreditar no lado positivo do mesmo. Então, se iluda. Acredite. Espere. E se o arrependimento ocorrer, não se magoe. Aliás, tudo acontece, não é mesmo?

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

LUTO.


Manto negro. Caixão escuro. Terno preto. Lenços negros. Sorriso ausente. Lágrimas presentes. Calafrios. Medo. Bandeira verde e amarela. Discurso triste. Cadeiras pretas. Flâmula à meio mastro.

Saudades brancas.